Celta x Fiesta

abril 8, 2009

Ontem tive a oportunidade de testar dois carros amplamente vendidos em nosso mercado, o Celta VHC e o Fiesta Class, ambos com motor 1.0 e modelo 2009.

No Fiesta podemos observar um acabamento interno um pouco superior ao Celta. Uma posição de dirigir bastante agradável, permitindo ao motorista uma ampla visão externa. Volante de boa empunhadura, porém com acionamento da buzina bastante deficiente, parecendo até que o “botão” está solto. O acionamento do câmbio é perfeito, curto e com engates precisos. Os bancos são mais confortáveis, assim como os porta-trecos, acionamento dos vidros e difusores de ar quente. O Fiesta em si é um bom carro, mas o modelo 1.o peca em potência, em uma subida, tive de utilizar a 1ª marcha, a mesma subida o Celta fez em 2ª marcha sem muita esforço.

O Celta tem um reduzido espaço interno, no banco de trás, três adultos sofrem para fazer um pequeno percurso, viajar então, nem pensar. Porém por ser menor, ele demonstra maior agilidade, na arrancada deixa muito carro comendo poeira, e se não tiver cuidado, ao engatar a 2ª marcha ele dá aquela cantada de pneu, este motor VHC realmente é muito bom. Porém peca no estofamento dos bancos, e no acabamento em geral. Os dois tem porta-molas pequenos, como em todos os carros dessa categoria, são econômicos, com ligeira vantagem para o Celta, tem design moderno, e boa revenda, seguros mais em conta que o do Palio e principalmente do Gol.

Custo de R$ 26.000 para o Celta 4 portas versão Spirit e R$ 28.000 para o Fiesta Class. Agora a dúvida com qual dos dois ficar, eis a questão, se procura conforto fique com o Fiesta, se procura um pouco mais de potência escolha o Celta. Já no meu caso, em que procuro conforto e potência, ficaria com o Fiesta, só que na versão 1.6 na faixa dos R$ 31.000.

Carros, uma paixão

abril 6, 2009

Desde criança, com cerca de 5 ou 6 anos, comecei minha paixão por carros, me lembro ainda do primeiro carro do qual era apaixanado, o Diplomata 4.1. Naquela época, início da década de 90, os carros 4 portas representavam o alto luxo. E o  Diplomata era o que de mais luxuoso tínhamos, visto que ainda existia o embargo à entrada de veículos importados em nosso país.

Porém, quando em 1992, a GM lançou o Omega, mudei meu conceito, este sim era um carro de luxo, inclusive utilizado como carro da presidência de grandes empresas.

Foi também em 1992, que “finalmente” os importados chegaram ao Brasil, primeiro com o Lada, inclusive o primeiro 4 portas que andei foi um Niva, inexplicável a emoção que senti quando ao sair do mercado, o primeiro táxi da fila era um carro 4 portas. 

Com isso a paixão por um carro específico foi acabando, em pouco tempo lançava-se um novo modelo, quase sempre mais belo e com mais tecnologia. Mas nem por isso deixei de lado a admiração, ao invés de um carro apenas, comecei a prestar mais atenção no todo, cada carro tem a sua qualidade, e não só o fato de ter um belo design deve ser motivo para amarmos ou odiarmos, tem de ser analisado o conjunto, alguns são ecônômicos, outros potentes, robustos, muitos com boa manutenção, outros no entanto uma dor de cabeça. Porém sempre terá alguém que morra de paixão por um determinado veículo. Um certo amigo meu ama a Towner, outro no entando o Passat alemão, e um outro, assim como eu, adora o Escort XR3.